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| Jantar Comemorativo do 25 de Abril 15-04-2009 
A Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Valongo vai realizar no próximo dia 24 de Abril, pelas 20h, nas instalações do Centro Social de Ermesinde, à Rua Rodrigues de Freitas 2200, um jantar comemorativo do 25 de Abril, com a presença do Dr Vieira da Silva, actual Ministro do Trabalho e Segurança Social.
Convidam-se todos a participar nesta comemoração.
Poderão inscrever-se nas Secções do Partido Socialista de Valongo, onde lhes será entregue o respectivo convite.
| Autárquicas/Valongo: Afonso Lobão desafia Câmara a congelar as rendas nos bairros sociais do concelho 12-03-2009 Porto, 12 Mar (Lusa) - Afonso Lobão, candidato do Partido Socialista à presidência da Câmara de Valongo, desafiou hoje o presidente social-democrata da autarquia a ter a coragem de congelar as rendas nos bairros sociais administrados pela câmara.
Em comunicado enviado aos órgãos de Comunicação Social, o candidato socialista, justificou a sua proposta, com o facto de "hoje se viver uma situação de grave crise económica, com reflexos no dia-a-dia das famílias mais desprotegidas e necessitadas".
"É uma medida extraordinária, mas que aplicada traz efeitos imediatos para as famílias, sendo que a perda de receita, para os cofres do município, é pouco significativa".
Afonso Lobão relembrou ainda "as gritantes carências nos bairros sociais, com condições de qualidade de vida muito deficientes" e alertou para "a falta de acessibilidades e serviços de transportes públicos, que permitam aos residentes, dirigirem-se aos vários pontos centrais das freguesias, nomeadamente aos jovens, que têm de se deslocar aos estabelecimentos escolares".
"É necessário desencadear com urgência, uma operação integrada, que promova em simultâneo a reabilitação dos bairros e que permita também o acompanhamento social das famílias mais carenciadas que ali residem", defendeu.
O candidato socialista considerou que "as acessibilidades aos bairros sociais, e a certas zonas residenciais do concelho são uma enorme prioridade".
"Está mais que demonstrado, a necessidade de melhorar a rede interna do concelho ao nível dos transportes. A vida das pessoas tem de ser cada vez mais facilitada", sustentou.
O candidato socialista anunciou ainda que vai percorrer os dezassete bairros sociais, existentes no concelho de Valongo, onde residem mais de 3600 pessoas.
"Vou verificar, no terreno, as condições e as necessidades de quem ali vive", frisou Afonso Lobão.
JAM.
Lusa/fim.
| PS: A Força da Mudança 10-02-2009 
O tempo que vivemos demonstra a actualidade e a necessidade do socialismo
democrático.
O mundo acaba de assistir à clamorosa derrota do pensamento político neoliberal. A
ideologia do mercado entregue a si próprio, sem Estado nem regulação capaz, e a
especulação desenfreada nos mercados financeiros são os responsáveis principais
pela profunda crise que se abateu sobre toda a economia mundial.
A doutrina neoliberal, que professou a sua fé no mercado e desprezou o Estado e as suas
funções sociais, não foi o único pensamento político a reclamar para si o estatuto de
pensamento único. Anos antes, tinha também tombado o pensamento comunista, e o seu
projecto de uma sociedade totalitariamente determinada pelo Estado. Também ele
ambicionara ser um pensamento único, com pretensa fundamentação científica,
querendo substituir o pluralismo das ideias pelo império da ortodoxia.
Os factos encarregaram-se de demonstrar quão errados estavam tais pensamentos. Uma
após outra, as ditaduras inspiradas pelo comunismo foram derrubadas pelos povos em
busca de liberdade e democracia. Os conservadores quiseram ver aí o seu próprio
triunfo e proclamaram o “fim da História”. Nova ilusão: a ideia de que bastava a
liberalização dos mercados, sem intervenção relevante dos mecanismos de regulação; a
rendição a mercados financeiros extremamente especulativos e cada vez mais
distanciados da economia real; o ataque sistemático ao Estado social; a miragem do
lucro fácil e o escandaloso aumento dos rendimentos auferidos por gestores e
empresários especulativos; o desprezo pelas classes médias e populares – tudo isso
contribui para uma crise mundial sem precedentes. A crise que hoje vivemos.
Esta crise mundial põe em causa os alicerces dos sistemas financeiros e o crescimento
da produção e do emprego, gera novos factores de desigualdade e ameaça o padrão de
coesão social em que assentam as democracias.
Esta crise não pode ser resolvida recorrendo aos princípios, às práticas e às
políticas que a provocaram. Nada deve ficar como dantes. À desregulação dos
mercados, à vertigem especulativa, à ganância dos lucros de curto prazo, à
desarticulação entre os fluxos financeiros e as necessidades económicas, à
vulnerabilidade dos mercados e instituições face à especulação e ao jogo, é preciso
responder com soluções fortes. É preciso responder com mais regulação e com a
firme defesa do interesse público.
A intervenção pública deve fazer-se sempre que esteja em causa a defesa dos depósitos,
seguros e pensões, e a garantia do crédito a empresas e famílias, e deve fazer-se com
condições rigorosas de responsabilização de gestores e accionistas, correcção das
decisões que levaram à crise e salvaguarda do interesse público e do conjunto dos
contribuintes. A regulação pública deve ser reforçada e, em particular, devem ser
promovidas, quer ao nível europeu, quer ao nível internacional, formas de regulação que
possam contribuir para regular a globalização. E a Europa deve tomar as iniciativas
necessárias à eliminação, à escala global, das zonas de privilégio e excepção que na
prática funcionam, como os off-shores, como indutores de opacidade, especulação e
evasão fiscal.
Link para download da versão completa disponível acima.
Primeiro Subscritor: José Sócrates.
| Vereadora acusada de não respeitar estatutos do partido (In JN) 23-01-2009 Na véspera de Maria José Azevedo anunciar a sua candidatura independente à Câmara de Valongo, o líder da Distrital do PS, Renato Sampaio, acusou a vereadora de não respeitar os estatutos e recusou projectos para "satisfazer interesses particulares".
"Não se pode sistematicamente falar em democracia e dizer que se respeita os militantes e, depois, ter medo da decisão dos órgãos colectivos", declarou Renato Sampaio, uma semana antes do PS/Valongo formalizar a candidatura de Afonso Lobão.
Conforme noticiou, ontem, o JN, a vereadora, que foi cabeça-de-lista pelo PS nas últimas autárquicas, vai lançar uma candidatura independente, após acusar a Distrital de não ter respondido à sua solicitação para que clarificasse a sua estratégia para Valongo.
"Há algo de fundamental. O PS tem órgãos próprios e estatutos que é preciso respeitar. Só pessoas com espírito democrático estão à altura para os poder respeitar", respondeu Renato Sampaio, quando questionado pelo JN sobre a candidatura independente.
A Distrital, promete o líder, respeitará a decisão da Comissão Política. "Merece-me todo o respeito a decisão de todos os órgãos, incluído a Concelhia de Valongo", garantiu, sublinhando que "o PS não entra em projectos para satisfação de interesses particulares ou individuais".
Carla Soares.
| PS lança candidatura de Afonso Lobão (In JN) 18-01-2009 A Comissão Política do PS/Valongo vai votar, no fim deste mês, Afonso Lobão como candidato à Câmara, nome já aprovado pelo Secretariado. Enquanto isso, Maria José Avezedo ainda aguarda que o líder da Distrital lhe diga quem escolheu.
O partido espera apenas pelas eleições para a Junta de Alfena, que se realizam no próximo dia 25, para, logo no fim-de-semana a seguir, formalizar o nome de Afonso Lobão. A candidatura, que será discutida no plenário concelhio, será apresentada pelo líder do PS/Valongo, Orlando Rodrigues, após ter sido aprovada pelo Secretariado, disse, ao JN, o dirigente, notando que só está prevista a votação daquele socialista.
A Concelhia deixa, assim, de fora a possibilidade de Maria José Azevedo, cabeça-de-lista em 2005, voltar a protagonizar a candidatura. Decisão que pode abrir caminho a uma lista independente liderada pela vereadora.
"O candidato foi escolhido pelo Secretariado, é o candidato do partido. Trata-se de um órgão eleito pelos militantes", vincou Orlando Rodrigues, recordando a aprovação "por unanimidade de Afonso Lobão". O próximo passo será "elaborar a estratégia da candidatura". Quanto ao timing para convocar a Comissão Política, explica que foi articulado com a Distrital. Isto no sentido de "não misturar" as eleições para a Câmara com as de Alfena (após uma demissão em bloco) e de encerrar o "processo de designação dos candidatos até ao final do mês".
Contactada pelo JN, Maria José Azevedo, que tem assento na Comissão por inerência, lamentou ainda não ter reunido com o líder distrital, Renato Sampaio. Há um mês, o dirigente terá adiado a reunião que tinham marcado. "A única coisa que pedi foi que definisse quem era o candidato. E continua por definir", criticou a vereadora, que quer ouvir da boca de Renato Sampaio qual a sua decisão. "Continuo a fazer o que sempre fiz, a trabalhar, e cumprirei o mandato até ao último dia", prometeu, sem confirmar se pode avançar como independente.
Afonso Lobão, porta-voz da Concelhia, está "disponível" para o desafio de promover "uma alternância de poder" em Valongo, com um "projecto de mudança". Este será "abrangente e não sectário", promete, deixando em aberto a hipótese de coligação.
Carla Soares.
| Quem não deve, não teme... 06-01-2009 Comissão Política do Partido Socialista do
Concelho de Valongo
Exmo Senhor
Procurador Geral da República
Rua da Escola Politécnica, 140
1269-269 Lisboa
Valongo, 5 de Janeiro de 2009
Exmo Senhor Procurador Geral da República:
Os nossos melhores cumprimentos.
A Comissão Política do Partido Socialista do Concelho de Valongo, tomou conhecimento de uma comunicação dirigida ao Exmo Senhor Bastonário da Ordem dos Advogados e com conhecimento a todos os advogados da Comarca de Valongo, que se junta, com autorização do Ilustre advogado A Queijo Barbosa e que é em todo o seu teor atentatória ao bom nome do Partido Socialista deste concelho e preocupante pelo tom de suspeita com que é redigido aos vários visados.
Tal comunicação, incide sobre a alegada situação escandalosa do concurso aberto para a adjudicação do Campus de Justiça de Valongo.
Poder-se-á ler nessa comunicação que o concurso público de adjudicação estaria à partida ganho por uma certa e determinada empresa de construção civil e que como tal estariam envolvidos indivíduos ligados ao PS de Valongo, nomeadamente aos mais próximos ao actual candidato do PS à Câmara, um vogal do Instituto de Gestão Financeira e um destacado dirigente do PSD distrital.
Continua tal comunicação, denunciando eventuais irregularidades no licenciamento, o desconhecimento da própria Câmara Municipal de Valongo e mais uma série de acusações.
Termina o supra citado comunicado, apelando ao Sr Bastonário da Ordem dos Advogados a denúncia daquilo que apelida ser uma vigarice, para que a divulgue como é seu hábito!!!!
É verdade que elementos da Comissão Política do Concelho de Valongo, reuniu em 7 de Maio de 2008, com o Senhor Secretário de Estado da Justiça, no sentido de lhe fazer chegar as suas preocupações politicas a nível local, pela falta de condições de um Palácio da Justiça condigno, na Comarca de Valongo.
É também verdade que Afonso Lobão, destacado dirigente do PS do Porto e porta voz da concelhia do PS Valongo, revelou ao JN que o concurso público para escolher a empresa privada que participará na operação deverá ser lançado em finais de Maio ou Junho de 2008. Afonso Lobão citando esclarecimentos prestados pelo Sr Secretário de Estado da Justiça, declarou ainda ao JN que “…a solução encontrada para Valongo é idêntica à que será concretizada para a construção do campus da Justiça do porto. Os privados constroem e ficam como proprietários dos imóveis, pelos quais receberão uma renda do Estado. Sem esta solução, não seria possível fazer qualquer novo tribunal de raiz”.
Assim:
a)-Porque ainda não há candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Valongo, mas quem vier a ser indicado para o efeito num futuro próximo, não pode de todo à partida ser estigmatizado, por uma acusação que é falsa e desconhece;
b)- Porque a acusação anexa, cita um alto dirigente do Instituto de Gestão Financeira e Infra-Estruturas do ministério da Justiça;
c)-Porque a abertura do Concurso Público anunciado no Diário da República nº 224 de 18/11/2008, II Série-concurso público nº 1562/2008 do IGFIG do Ministério da Justiça será efectuado amanhã dia 6 de Janeiro de 2009;
d)-Porque o Partido Socialista tem responsabilidades perante a lei e perante os eleitores a nível nacional e local.
e)-Porque a entidade competente e isenta para denunciar este tipo de situações é o Exmo Senhor Procurador Geral da República;
Requer-se que V Exa:
A)- Tome conhecimento do supra citado comunicado que é do conhecimento público entre a comunidade de advogados do concelho de Valongo;
B)-Oficie o Exmo Sr Bastonário da Ordem dos Advogados Exmo Senhor Dr Marinho Pinto, solicitando confirmação do seu recebimento;
C)-Abra o devido inquérito para apuramento da legalidade do concurso público colocado em crise e tome as medidas julgadas necessárias a esse efeito.
Aceite os nossos melhores cumprimentos.
O Presidente da Comissão Política do Partido Socialista do Concelho de Valongo.
Dr Orlando Gaspar Rodrigues.
| Saúde: Portugueses começam a sentir bons resultados da reforma do Serviço Nacional de Saúde, diz Sócrates 22-11-2008 Porto, 22 Nov (Lusa) - O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje que os portugueses começam a ver os bons resultados da reforma efectuada na saúde e que 'tanta incompreensão e obstáculos teve de enfrentar'.
'Esta urgência básica que hoje visitamos, que abre com os mais modernos sistemas de triagem, equipamentos técnicos e quadros, só existe porque nós realizámos uma reforma das urgências no nosso país', afirmou Sócrates, na inauguração da ampliação do Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Valongo.
Salientando que 'o Serviço Nacional de Saúde é um dos esteios da democracia', nomeadamente pelo conceito de igualdade que envolve, o primeiro-ministro considerou que não existe SNS 'se ele não for de qualidade' e se não 'competir com o que há de melhor no mundo'.
'Uma das reformas que fizemos foi a dos cuidados hospitalares, em particular serviços de urgência. No passado tínhamos muitos e plurais centros e pontos de urgência que na verdade não tinham nem as pessoas para serem verdadeiras urgências', afirmou José Sócrates.
'Foi por isso que pensámos em reformar a rede de urgências. E tanta incompreensão, tantos obstáculos. Mas agora lentamente vamos começando a perceber que as pessoas dão valor a estas mudanças porque ficam mais bem servidas', acrescentou.
O primeiro-ministro salientou que esta foi a 11ª urgência básica inaugurada no Norte, faltando apenas a de Mogadouro para o novo quadro ficar completo.
'A partir desse momento disporemos de um serviço que obedece a todas as regras técnicas', nomeadamente a concentração de recursos médicos e técnicos necessários, acrescentou.
José Sócrates aproveitou para contar 'uma história que fala de reformas e de Serviço Nacional de Saúde'.
'Em meados dos anos 80 uma ministra da Saúde que não é do meu partido decidiu encerrar 153 blocos de partos. E durante cerca de meio ano teve as habituais manifestações, as contestações, as interpelações no Parlamento. O que se disse, meu Deus. Disse-se que agora os bebés em Portugal iam nascer nas ambulâncias, as grávidas perderiam a assistência', recordou.
Dez anos depois, disse, a taxa de mortalidade infantil tinha descido de 14,8 por cento para pouco mais de quatro por cento - hoje situa-se nos 3,4 por cento, 'um dos melhores indicadores do mundo'.
Isto foi possível, disse, porque 'houve a coragem no momento certo de encerrar os blocos de partos que não tinham nem as pessoas nem os meios para servir bem as futuras mães e os bebés'.
'O que me espanta é que uns anos depois, em 2005, o meu Governo fez o mesmo encerrando apenas sete ou oito blocos de partos que não cumpriam as normas internacionais da Organização Mundial de Saúde. Tivemos as mesmas manifestações e os mesmos discursos como se não tivesse acontecido nada uns anos antes', disse.
Para Sócrates, Valongo tem uma nova urgência 'porque houve um governo que não se deixou intimidar pelo que se dizia e prossegue uma via reformista de mudança'.
Já antes, no Porto, na assinatura de renovação do protocolo existente há 20 anos entre Governo e Misericórdia para integração do Hospital da Prelada na rede hospitalar, José Sócrates havia dito que 'a melhor forma das organizações evoluírem é serem avaliadas'.
Aquele hospital aceitou submeter-se às regras apertadas do Health Quality Service, um certificado de qualidade internacional que obriga à avaliação permanente dos serviços que presta.
'Melhorar todos os anos, evoluir, o que o país precisa é desse espírito, de ir mais além, mantendo a insatisfação de quem quer ser melhor', acrescentou.
José Sócrates foi recebido à entrada do Hospital da Prelada por cerca de 40 manifestantes que o apuparam, enquanto em Valongo dezenas de pessoas aplaudiram a sua chegada.
MSP.
Lusa/Fim.
| PS/Valongo: Escolha do candidato na próxima semana mas concelhia avança já com Afonso Lobão (IN RTP ONLINE) 22-11-2008 Porto, 19 Nov (Lusa) - A distrital do Porto do PS remeteu para a próxima semana uma decisão sobre o seu candidato à Câmara de Valongo, apesar da concelhia local ter já distribuído uma "newsletter" onde assume Afonso Lobão como a sua escolha.
A escolha do candidato socialista em Valongo tem estado envolvido em polémica, dada a disponibilidade para avançar manifestada, quer pelo ex-deputado Afonso Lobão quer pela primeira vereadora na câmara, Maria José Azevedo.
Esta encabeçou a lista do PS nas últimas eleições onde conseguiu uma subida de votação significativa sem, no entanto, derrotar o social-democrata Fernando Melo.
Apesar de ainda não haver decisão sobre o assunto, a concelhia de Valongo está a distribuir pelos seus militantes uma "newsletter" onde, juntamente a uma foto de Afonso Lobão, é referido que o seu nome é o preferido pelo secretariado local e pelo presidente da estrutura, Orlando Rodrigues.
O nome de Afonso Lobão foi escolhido pelo secretariado concelhio de Valongo, mas estatutariamente compete à comissão política concelhia a nomeação do candidato autárquico, passo que ainda não foi dado.
Caso não seja escolhida como candidata pelo PS, Maria José Azevedo, que foi também vereadora na Câmara do Porto na gestão de Fernando Gomes, pode, segundo várias fontes socialistas, optar por avançar com uma candidatura independente.
MSP.
Lusa/Fim.
| PS critica autarquia social-democrata por atraso na implementação das AEC 07-11-2008 Porto, 07 Nov (Lusa) - O PS/Valongo criticou hoje o "desleixo" e o "marasmo" da autarquia local, liderada pelo PSD, que levou ao atraso na implementação das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC's) nas escolas do 1º ciclo do Ensino Básico.
Em comunicado enviado à Lusa, o porta-voz da concelhia socialista de Valongo, Afonso Lobão, denunciou "a forma lamentável como o município tem tratado a questão da implementação das AEC's, fazendo atrasar o início das mesmas actividades".
"São milhares de alunos que aguardam que as aulas de Inglês, Música, Expressões e Actividades Desportivas comecem", sustentou Afonso Lobão.
O dirigente socialista recordou que o Ministério da Educação disponibiliza a verba de 262,50 euros anuais por aluno para tais actividades.
"Valongo é um dos poucos concelhos que não ata nem desata. Aliás, este comportamento é já recorrente, pois no ano anterior as actividades extra curriculares tiveram início somente em Janeiro", acrescenta Lobão.
Os socialistas de Valongo consideram ainda que "a falta de dinamismo da autarquia" é ainda mais evidente perante "os esforços" desenvolvidos pelos vários agrupamentos escolares do concelho para que as AEC's se iniciassem ao mesmo tempo que o ano lectivo.
"Os agrupamentos mobilizaram as escolas e os seus profissionais que apresentaram atempadamente as candidaturas para assegurar tais actividades, mas de nada adiantou", lamentou o dirigente socialista.
O PS Valongo critica ainda a Câmara de Valongo por "não disponibilizar transporte aos alunos para a prática da natação nas piscinas sedeadas nas várias freguesias".
A Lusa contactou a Câmara de Valongo que remeteu para mais tarde uma reacção às críticas socialistas.
PM.
Lusa/fim.
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|  | Na próxima semana surgirá uma nova votação, onde poderá dar a sua opnião. Obrigado pelo tempo dispensado. | |  | | | |